COMISSÃO DE NOMEAÇÕES
(Todos os textos foram tirados do M.I. – Manual da
igreja – Revisado 2005)
A COMISSÃO DE NOMEAÇÕES NA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO
DIA – os
oficiais são eleitos anualmente ou de dois em dois anos (ver pág. 49), por
intermédio da designação de uma comissão de nomeações. Esta comissão apresenta
seu relatório à igreja, a qual decide então acerca dos nomes apresentados. Este
procedimento possibilita que a igreja estude minuciosamente cada nome, antes da
eleição, e impede a competição pública que pode surgir quando as nomeações são
realiza das no plenário. A Comissão de Nomeações estudará as necessidades da
igreja e fará uma cuidadosa pesquisa sobre a aptidão dos membros para ocupar os
diferentes cargos. Por esta razão, os oficiais não serão nomeados pela
congregação ou por voto geral.
QUEM DEVE SER MEMBRO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES. – Somente os membros da igreja que
estão em plena comunhão com ela devem ser escolhidos para membros dessa
comissão. Devem ser pessoas de são juízo e, acima de tudo, ter em vista o
bem-estar e a prosperidade da igreja.
ATRIBUIÇÕES DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES. – Logo que possível, após a sua
eleição, a Comissão de Nomeações deve ser convocada pelo seu presidente. Com
fervorosa oração pedindo a orientação divina, a comissão deve começar sua actividade
preparando uma lista dos nomes dos oficiais e seus auxiliares, composta de
membros em boa e regular situação no rol de membros da igreja que está fazendo
as indicações. Os nomes serão indicados para os cargos e apresentados à igreja
durante o culto sabático regular, ou durante a reunião administrativa da
igreja, especialmente convocada.
Naturalmente, o tamanho da igreja determinará o número
dos oficiais da igreja a serem escolhidos. Se a igreja é pequena, muitos dos
vices podem ser omitidos. Numa igreja grande, todos os oficiais e directores
citados na lista precedente serão necessários.
A COMISSÃO DE NOMEAÇÕES DEVE CONSULTAR OS PROVÁVEIS
OFICIAIS. – Depois de
escolher para os vários cargos as pessoas que sejam membros fiéis e leais da
igreja local, os membros apropriados da Comissão de Nomeações devem informar
essas pessoas de sua nomeação para o cargo, obtendo o seu consentimento para a
indicação.
AS CONSIDERAÇÕES DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES SÃO
CONFIDENCIAIS. – Isso de um
membro de uma comissão de nomeações repetir, fora da sessão da comissão,
qualquer informação, observação ou conversa referente a qualquer membro cujo
nome haja sido considerado para algum cargo, constitui uma violação da ética
cristã e do espírito da regra áurea. Uma transgressão nesse sentido constitui
motivo suficiente para excluir tal membro de uma comissão de nomeações. Todas
as investigações e considerações referentes à capacidade dos membros para
desempenharem cargos na igreja devem ser confidenciais. Se for necessário que
se façam investigações fora da comissão, quem deverá fazê-lo é o presidente da
comissão. Estes princípios se aplicam à actuação de todas as comissões de
nomeações, tanto na obra da igreja como na da Associação/Missão.
OS QUE SE OPÕEM À UNIDADE NÃO SÃO APTOS PARA EXERCER
CARGOS. – “Têm
ultimamente surgido entre nós homens que professam ser servos de Cristo, mas
cuja obra se opõe àquela unidade que nosso Senhor estabeleceu na igreja. Têm
métodos e planos de trabalho originais. Desejam introduzir mudanças na igreja,
segundo suas ideias de progresso, e imaginam que deste modo se obtenham grandes
resultados. Esses homens precisam ser discípulos em vez de mestres na escola de
Cristo. Estão sempre desassossegados, aspirando realizar alguma grande obra,
fazer algo que lhes traga honra a si mesmos. Precisam aprender aquela mais
proveitosa de todas as lições: a humildade e fé em Jesus. … “Professores da
verdade, missionários, oficiais da igreja, podem efectuar boa obra pelo Mestre,
se tão-somente purificarem sua própria alma pela obediência à verdade”. … Como
membros do corpo de Cristo, todos os crentes são animados pelo mesmo espírito e
a mesma esperança. Divisões na igreja desonram a religião de Cristo ante o
mundo, e dão ocasião aos inimigos da verdade para justificar o seu
procedimento. As instruções de Paulo não foram escritas apenas para a igreja de
seus dias. Era desígnio de Deus que viessem até nós.” – Testemunhos Selectos,
vol. 2, págs. 79 e 80.
É PERIGOSO ELEGER OS QUE RECUSAM COOPERAR COM OUTROS. – “Deus pôs na igreja, como Seus
auxiliares indicados, homens de talentos diferentes para que, mediante a
sabedoria de muitos, seja feita a vontade do Espírito. Os homens recusando
aliar-se a outros que têm tido mais longa experiência na obra de Deus, ficarão
cegos pela confiança própria, incapazes de discernir entre o falso e o
verdadeiro. Não é seguro escolher tais pessoas para líderes na igreja; pois
seguirão seu próprio juízo e planos, sem consideração pelo juízo de seus
irmãos. É fácil para o inimigo agir por intermédio dos que, necessitando eles
próprios de conselho a cada passo, se encarregam do cuidado das almas em sua
própria força, sem ter aprendido a mansidão de Cristo.” – Actos dos Apóstolos,
pág. 279. (Ver pág. 53.)
PARA ELEIÇÃO A ALGUM CARGO, REQUER-SE QUE A PESSOA
SEJA MEMBRO DA IGREJA - Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia em posição regular são
elegíveis a posições de liderança na igreja local a que pertencem. (Ver págs.
154 e 155.)
POSIÇÃO REGULAR – Todos os membros da igreja são considerados como
estando em posição regular, a menos que estejam sob disciplina da igreja.
OS OBREIROS DA ASSOCIAÇÃO/MISSÃO E OS OFICIAIS DA
IGREJA DEVEM DAR EXEMPLO NA DEVOLUÇÃO DO DÍZIMO. – Os obreiros da Associação/Missão,
os anciãos e outros oficiais da igreja e os directores de instituições devem
reconhecer como princípio de liderança na Obra de Deus o bom exemplo que devem
dar na questão da devolução do dízimo. Aquele que não procede de acordo com
esse padrão de liderança, não deve continuar como oficial de igreja ou obreiro
da Associação/Missão. (pág. 164).
A Comissão de Nomeações da igreja escolhe os
seguintes:
ANCIONATO – Na Igreja primitiva, os anciãos ou bispos tinham
grande autoridade. Uma de suas principais funções era o geral cuidado e
supervisão pastoral (Actos 20:17 – 28; Heb. 13:17; I Ped. 5:1-3), com tais
encargos especiais como dar instrução na sã doutrina e refutar os que a
contradiziam (I Tim. 3:1 e 2; Tito 1:5 e 9). Os que presidiam bem deviam ser
“considerados merecedores de duplicada honra”, principalmente os que labutavam
“na pregação e no ensino” (I Tim. 5:17). (Manual da Igreja 2005, Capítulo 1
Autoridade da Igreja e do Manual da Igreja, 13).
Não Deve Haver Pressa na Escolha de Pessoas Para
Dirigentes da Igreja. – “Encontramos em muitos lugares homens que foram postos
à pressa em cargos de responsabilidade como anciãos de igrejas, quando não se
achavam habilitados para ocupar tal posição. Não têm o devido domínio de si
mesmos. Não exercem boa influência. As igrejas se acham continuamente
perturbadas em consequência do carácter defeituoso dos dirigentes. As mãos
foram muito precipitadamente impostas sobre esses homens.” – Testemunhos Para a
Igreja, vol. 4, págs. 406 e 407.
Aptidão Religiosa. – “Fiel é a palavra: Se alguém
aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o
bispo [ancião] seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante,
sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não
violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem
a sua própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo respeito (pois
se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);
não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça, e incorra na condenação
do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de
fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo. (Pág. 45).”.
“Escreve o apóstolo Paulo a Tito: ‘Por esta causa te
deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e
de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei: Aquele que
for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não
possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes. Porque convém que o
bispo [ancião] seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus. ’ Tito
1:5-7. Convém que os nossos ministros considerem essas palavras e não ponham
alguém a exercer um cargo sem muita reflexão e oração, para que Deus, pelo Seu
Espírito, possa designar a pessoa de Sua aceitação. “Diz o apóstolo inspirado:
A ninguém imponhais apressadamente as mãos.” ’ I Tim. 5:22. Em algumas de
nossas igrejas se passou demasiado cedo à organização de igrejas e ordenação de
anciãos, com manifesto desprezo da regra estabelecida na Bíblia. Em consequência,
surgiram grandes dificuldades na igreja. Não se devem eleger e ordenar
dirigentes que se não provarem aptos para essa obra de responsabilidade.” –
Testemunhos Selectos, vol. 2, págs. 260 e 261. (M.I.p,47,48)
O Ancião da Igreja O Cargo é Importante. – Na obra e
organização da igreja, se não foi provido um pastor pela Associação/Missão, o
cargo de ancião destaca-se como o mais elevado e o mais importante. (M.I. 49)
…o pastor tem a principal responsabilidade no preparo
de anciãos locais. (M.I.pág 51)
Ordenação do Ancião Local. – A eleição para o cargo de
ancião, por si só, não qualifica a pessoa para actuar como ancião. É requerida
a ordenação antes que o ancião tenha autoridade para actuar como tal. No
intervalo entre a eleição e a ordenação, o ancião eleito pode actuar como líder
da igreja, mas não pode administrar os ritos da igreja. Uma vez tendo sido
ordenado como ancião de igreja, ele não precisará mais ser ordenado na
reeleição para esse cargo, ou na eleição como ancião de outra igreja, contanto
que tenha mantido sua comunhão com a igreja. Quem foi ordenado como ancião
acha-se, por esse modo, qualificado para actuar posteriormente como diácono.
(M.I.pág. 50-51).
O ancião é responsável pelos cultos da igreja, e deve
dirigi-los ou encarregar alguém de fazê-lo. A Cerimónia da Comunhão deve sempre
ser dirigida por um pastor ordenado ou pelo próprio ancião. Somente ministros
ordenados ou anciãos ordenados, em exercício, estão qualificados para
dirigi-la. O pastor geralmente actua como presidente da reunião administrativa,
e em sua ausência o ancião desempenhará a função de presidente dessa reunião.
(M.I.p,52-53).
O ancião deve actuar em estreita ligação com o (a)
tesoureiro (a) da igreja e ver que todos os fundos da Associação/Missão sejam
remetidos ao (à) tesoureiro (a) do Campo local no tempo estabelecido por esta
organização. Deve dedicar atenção pessoal para cuidar de que o relatório do (a)
secretário (a) da igreja seja remetido pontualmente ao (à) secretário (a) da
Associação/Missão no fim de cada trimestre. O ancião deve considerar importante
toda correspondência proveniente do escritório do Campo local. As cartas cujo
conteúdo requeira que se façam anúncios na igreja devem ser apresentadas em seu
devido tempo. Na ausência do pastor e em cooperação com ele, o primeiro ancião
deve cuidar de que sejam eleitos os delegados para as assembleias da
Associação/ Missão e que os nomes desses delegados sejam enviados, pelo (a)
secretário (a), ao escritório do Campo local. O ancião deve aconselhar e ajudar
os oficiais da igreja a cumprirem suas responsabilidades de cooperar com a
Associação/Missão na execução de todos os planos e procedimentos, e em cuidar
de que os relatórios sejam preenchidos com exactidão e remetidos com
pontualidade. (Pág. 53).
Primeiro Ancião. – Nas igrejas em que há muitos membros, é
aconselhável eleger-se mais de um ancião. As responsabilidades desse cargo
podem ser demasiado grandes para uma só pessoa, e devem ser partilhadas por
tantas pessoas quantas sejam necessárias para fazer o trabalho. Em tal caso, um
dos eleitos será designado “primeiro ancião”. As responsabilidades deverão ser
distribuídas entre os anciãos de acordo com sua experiência e capacidade.
(p,54).
Limitação de Autoridade. – Os anciãos não têm autoridade
para receber ou remover membros da igreja. Isto só é feito por votação da
igreja. O ancião e a Comissão da Igreja podem recomendar que a igreja vote a
admissão ou a remoção de membros. (Ver págs. 35, 37 e 41.) (pág. 55).
Preparo e Treinamento de Anciãos Locais. (Ver pág.
51.) – Embora o pastor tenha a principal responsabilidade de preparar os
anciãos locais, as Associações/ Missões são incentivadas a programar reuniões
periódicas com o objetivo de adestrá-los. Para fortalecer o relacionamento da
equipe pastor ancião, recomenda-se que os pastores também assistam a essas
reuniões. Dirigentes de grupos que desempenham o papel de anciãos locais também
devem ser convidados a estar presentes. (pág. 70).
Oficiais. – O presidente da Comissão da Igreja é o ministro
designado para ser o pastor da igreja. Se o pastor preferir não desempenhar
esta função, ou se achar impossibilitado de estar presente, poderá providenciar
que o ancião da igreja actue como presidente numa base transitória. (P,89).
Deve haver jovens anciãos, jovens diáconos e
diaconisas, etc., labutando com experientes oficiais de igreja. Em todos os sectores
da obra da igreja deve haver jovens em actividade. (pág. 108).
O pastor, com a ajuda dos anciãos, deve planejar e
dirigir todos os cultos espirituais da igreja, como o culto regular do sábado e
a reunião de oração, e oficiar tanto na Cerimónia da Comunhão como no baptismo.
(pág. 147).
Deverá ser escolhida uma comissão de nomeações, da
qual será presidente o pastor oficiante. Esta comissão apresentará uma lista de
pessoas para preencher os diversos cargos da igreja. Quando estes houverem sido
eleitos, os anciãos deverão ser ordenados. Quando isto houver sido feito, a
igreja estará plenamente organizada e pronta para funcionar. (pág. 210).
TESOURARIA
O (a) tesoureiro (a) do grupo manterá meticuloso
registro de todo o dinheiro recebido e gasto. Cada mês, ele ou ela enviará
pontualmente todos os dízimos e ofertas, com excepção dos fundos arrecadados
para finalidades locais, ao (à) tesoureiro (a) da Associação/Missão, o (a) qual
é também o (a) tesoureiro (a) da igreja da Associação/Missão. (Pág. 40).
O (a) Tesoureiro (a) da Igreja
Uma Obra Sagrada. – O (a) tesoureiro (a) é chamado (a)
para uma tarefa importante, e é eleito (a), como os outros oficiais, pelo
período de um ou dois anos, segundo for determinado pela igreja local. (Ver
pág. 49.) Em igrejas grandes, talvez seja aconselhável eleger também vice
tesoureiros (as), segundo for necessário. O (a) tesoureiro (a) pode incentivar
grandemente a fidelidade na devolução do dízimo e aprofundar o espírito de
liberalidade da parte dos membros da igreja. Uma palavra de conselho dada no
espírito do Mestre ajudará o irmão ou a irmã a entregar fielmente a Deus o que
Lhe pertence no âmbito do dízimo e das ofertas, mesmo em tempos de dificuldade
financeira. (Pág. 61)
É da mais alta importância que todas as ofertas e
dádivas de contribuições individuais à igreja, para um fundo ou propósito
específico, sejam utilizadas para essa finalidade. Nem o (a) tesoureiro (a),
nem a Comissão da Igreja têm autoridade para desviar quaisquer fundos dos objectivos
para os quais foram dados. (Pág. 63).
As Relações com os Membros Devem Ser Confidenciais. –
O (a) tesoureiro (a) deve lembrar sempre que suas relações com os membros
individuais são estritamente confidenciais. Ele (a) deve ter o cuidado de
jamais fazer comentários sobre o dízimo pago por algum membro, nem sobre as
entradas ou outra coisa que com isto se relacione, excepto com os que com ele
(a) partilham da responsabilidade da obra. Se esta regra não for observada,
poderá ser causado grande dano. (Pág. 65).
SECRETÁRIO (A).
O (a) Secretário (a) da Igreja Cargo Importante. – O
(a) secretário (a) da igreja tem um dos importantes cargos da igreja, de cuja
administração apropriada muito depende o eficiente funcionamento da igreja.
Assim como todos os outros oficiais da igreja, o (a) secretário (a) é eleito
(a) pelo período de um ou dois anos, segundo for determinado pela igreja local
(ver pág. 49); mas, devido as importante funções especializadas de seu cargo,
convém escolher alguém que possa ser reeleito para repetidos períodos de
serviço, a fim de que haja continuidade no sistema de registros e envio de
relatórios. Em igrejas grandes poderão ser eleitos (as) vice-secretários (as),
segundo for necessário. O (a) secretário (a) actua como tal em todas as
reuniões administrativas da igreja e deve manter um relatório correcto de todas
essas reuniões. Se, por qualquer motivo, o (a) secretário (a) tiver de
ausentar-se de alguma reunião, devem ser tomadas providências para que o (a)
vice-secretário (a) esteja presente, a fim de fazer as anotações para a ata.
(Ver Notas, #7, pág. 71.) (Pág. 59-60).
Transferência de Membros. – O (a) secretário (a) da
igreja atende a toda a correspondência que precisar ser mantida com os membros
individuais e as igrejas, no tocante à transferência de membros. (Ver págs.
35-39.)
Correspondência com os Membros. – O (a) secretário (a)
deve procurar manter-se em contacto com os membros ausentes, por correspondência.
(Ver Notas, #8, pág. 71.)
Relatórios a Serem Fornecidos Pontualmente. – Compete
ao (à) secretário (a) da igreja fornecer pontualmente certos relatórios. Alguns
deles são anuais, ao passo que outros são trimestrais. (P, 60).
As Atas da Igreja. –O (a) secretário (a) da igreja
cuida de suas atas. Estas devem ser cuidadosamente preservadas. (Pág. 61).
8. Correspondência com os Membros. (Ver pág. 60.) – O
(a) secretário (a) da igreja deve corresponder-se com os membros ausentes,
transmitindo-lhes notícias interessantes acerca do progresso da igreja, e
animando-os a relatar, cada trimestre, suas próprias actividades cristãs.
Convém que o (a) secretario (a) lhes escreva frequentemente. (Pág. 71).
A lista dos membros da igreja deve ser mantida com exactidão
e em dia, para indicar o número oficial dos membros e sua situação. (Pág. 71)
O (a) secretário (a) da igreja actua como secretário
(a) da comissão, e é responsável por preservar as atas das reuniões. (Pág. 89).
DIACONATO
Aptidão Religiosa. –… Quanto a diáconos, é necessário
que sejam respeitáveis, de uma só palavra, não inclinados a muito vinho, não
cobiçosos de sórdida ganância, conservando o mistério da fé com a consciência
limpa. Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se se mostrarem irrepreensíveis,
exerçam o diaconato. Da mesma sorte, quanto a mulheres, é necessário que sejam
elas respeitáveis não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo. O diácono seja
marido de uma só mulher, e governe bem seus filhos e sua própria casa. “Pois os
que desempenharem bem o diaconato, alcançam para si mesmos justa preeminência e
muita intrepidez na fé em Cristo Jesus.” I Tim. 3:1-13.
Os diáconos são eleitos para o seu cargo, e actuam
pelo período de um ou dois anos, segundo for determinado pela igreja local. (Ver
pág. 49.)
Importância do Cargo. – No relato da escolha dos
homens que passaram a ser conhecidos como os sete diáconos da igreja
apostólica, segundo está registrado em Actos 6:1-8, é-nos dito que eles foram
escolhidos e ordenados para atender ao “serviço” da igreja. Mas a eleição para
o cargo de diácono abrangia mais do que cuidar dos serviços da comunidade
cristã em rápida expansão. Os diáconos estavam empenhados numa parte importante
da obra do Senhor, que requeria qualificações quase tão esmeradas como as do
ancião. (Ver I Tim. 3:8-13.) (Pág. 55).
Os Deveres dos Diáconos. – A obra dos diáconos abrange uma
ampla extensão de actividades práticas para a igreja:
1. Ajudar nos Cultos e Reuniões. – Nas reuniões da
igreja, os diáconos geralmente são responsáveis de dar as boas-vindas aos
membros e visitantes que forem chegando ao templo, e de ajudá-los, se
necessário, a encontrar lugares em que possam sentar-se. Também devem estar
prontos a colaborar com o pastor e os anciãos para o melhor desempenho das
reuniões realizadas na igreja.
2. Visitação de Membros. – Uma responsabilidade
importante dos diáconos é visitar os membros da igreja em seus lares. Em muitas
igrejas, isto é realizado distribuindo os membros por distritos e designando um
diácono para cada distrito, com o objetivo de que visite cada lar pelo menos
uma vez por trimestre.
3. Preparativos Para as Cerimónias Baptismais. – Os
diáconos devem desempenhar sua parte nos preparativos necessários para essa cerimonia,
a fim de que não haja confusão ou atraso. (Ver pág. 35.) (Ver Notas, #5, pág.
70.)
4. Ajudar na Cerimónia da Comunhão. – Na celebração do
rito do lava-pés, os diáconos ou as diaconisas provêem tudo o que for
necessário para a cerimonia, como toalhas, bacias, água (a uma temperatura
confortável, conforme o exigir a ocasião), baldes, etc. Depois da cerimonia,
devem cuidar de que os objectos usados sejam lavados e repostos em seu devido
lugar. (Pág. 57).
5. O Cuidado dos Enfermos e dos Pobres. – Outra
responsabilidade importante dos diáconos é o cuidado dos enfermos e o socorro
aos pobres e desafortunados. O dinheiro para essa obra deve ser provido pelo
fundo da igreja para os necessitados. O (a) tesoureiro (a), mediante
recomendação da Comissão da Igreja, entregará aos diáconos ou às diaconisas o
dinheiro que for necessário para auxiliar os casos de necessidade. Esta actividade
está especialmente a cargo dos diáconos e das diaconisas, mas a igreja tem de
ser plenamente informada das necessidades, para que se obtenha o apoio dos
membros.
6. Cuidado e Manutenção da Propriedade da Igreja. – Em
algumas igrejas, onde a responsabilidade pelo cuidado e manutenção da
propriedade da igreja não é atribuída a uma comissão de construção, os diáconos
têm essa responsabilidade. (Ver Notas, #6, pág. 70.)
AS DIACONISAS
Diaconisas eram incluídas no quadro de oficiais das
igrejas cristãs primitivas. “Recomendo-vos a nossa irmã Febe, que está servindo
à [é diaconisa na] igreja de Cencréia, para que a recebais no Senhor como
convém aos santos, e a ajudeis em tudo que de vós vier a precisar; porque tem
sido protectora de muitos, e de mim inclusive.” Rom. 16:1 e 2.
As diaconisas são eleitas para o seu cargo, e actuam
pelo período de um ou dois anos, segundo for determinado pela igreja local. (Ver
pág. 49.) Não é forçoso que a esposa de um homem escolhido para diácono seja
diaconisa, nem é obrigatório para a igreja a escolha da esposa de um diácono
como diaconisa, simplesmente porque seu marido é diácono. As diaconisas devem
ser escolhidas do ponto de vista da consagração e outras qualidades que as
habilitem a desempenhar os deveres do cargo. A igreja pode fazer arranjos para
uma adequada cerimonia de admissão das diaconisas em seu cargo, a ser dirigida
por um pastor ordenado com credenciais da activa.
Os Deveres das Diaconisas. – As diaconisas servem a
igreja numa ampla variedade de actividades importantes:
1. Ajudar nos Baptismos. – As diaconisas ajudam nas cerimonias
baptismais, assegurando que as candidatas sejam atendidas tanto antes como
depois da cerimonia. Dão também conselhos e prestam o auxílio necessário no
tocante às roupas apropriadas para o baptismo. Devem ser providos roupões de
material adequado. Nas igrejas em que são usados esses roupões, as diaconisas
devem cuidar de que eles sejam lavados e passados, e cuidadosamente repostos em
seu lugar, para uso futuro. (Ver pág. 35.)
2. Providências Para a Cerimónia da Comunhão. – As
diaconisas ajudam na cerimonia do lava-pés, prestando especial auxílio às
mulheres visitantes ou às irmãs que se uniram à igreja recentemente. É o dever
das diaconisas providenciar tudo o que for necessário para esta cerimonia, como
cuidar de que a toalha da mesa, as toalhas de enxugar os pés, etc., usadas na
celebração dos ritos, sejam lavadas e passadas, e cuidadosamente repostas em
seu lugar. (Ver pág. 82.) As diaconisas tomam as providências relacionadas com
a mesa da comunhão: preparam o pão e o vinho, arrumam a mesa, despejam o vinho,
colocam os pratos com o pão sem levedura e cobrem a mesa com a toalha preparada
para esse fim. Tudo isto deve ser feito antes de a cerimonia começar.
3. O Cuidado dos Enfermos e dos Pobres. – As
diaconisas devem fazer sua parte no cuidado dos doentes, dos necessitados e
infelizes, cooperando com os diáconos nesta obra. (Ver pág. 58.) (Pág. 59).
ESCOLA SABATINA
A Escola Sabatina é o principal sistema de educação
religiosa da Igreja Adventista do Sétimo Dia e tem quatro objectivos: estudar
as Escrituras, companheirismo, penetração missionária na comunidade, e ênfase
nas missões mundiais.
“A Escola Sabatina é um importante ramo do trabalho
missionário, não só porque proporciona a jovens e velhos o conhecimento da
Palavra de Deus, mas por despertar neles o amor por suas sagradas verdades e o
desejo de estudá-las por si mesmos; ensina-os, sobretudo, a regular a vida por
seus santos ensinos.” – Conselhos Sobre a Escola Sabatina, págs. 10 e 11.
“A Escola Sabatina, devidamente dirigida, é um dos
grandes instrumentos divinos para levar almas ao conhecimento da verdade.” –
Ibidem, pág. 115.
Os dirigentes, os professores e a totalidade dos
membros devem cooperar com os outros departamentos da igreja em toda obra
missionária e actividade em favor da salvação de almas… Os dirigentes da Escola
Sabatina devem ser membros da igreja local. São eleitos por um ou dois anos,
segundo determinar a igreja local. ((M.I. pág. 103)
O (a) Director (a). – O (a) director (a) da Escola
Sabatina é o dirigente desse departamento. Logo que ele (a) for eleito (a),
deverá começar a fazer planos para o esmerado e eficaz funcionamento dessa
escola. O (a) director (a) deve apoiar os planos e as ênfases do Departamento
da Escola Sabatina da Associação/ Missão, e espera-se que actue de acordo com
as decisões da Comissão da Escola Sabatina. (Ver Notas, #6, pág. 133.) (M.I,
104).
ASA
Serviço Beneficente e Social Adventista. – O Serviço
Beneficente e Social Adventista (Sociedade de Dorcas) é um ramo importante das Actividades
Missionárias da igreja. A directora desse Serviço, a vice- directora (se o
cargo for necessário), e a secretária- tesoureira, são eleitas na eleição
regular da igreja. Esta sociedade angaria e prepara roupas, alimentos e outras
provisões para os pobres, necessitados e desafortunados. Esta organização actua
em estreita cooperação com os diáconos e as diaconisas da igreja. Contudo, o
ministério do Serviço Beneficente e Social Adventista abrange mais do que
prestar ajuda material; envolve também a educação de adultos, visitação,
afazeres domésticos, enfermagem caseira, aconselhamento e outros serviços. O
Departamento dos Ministérios Pessoais da igreja tem primordial responsabilidade
por este trabalho.
COMUNICAÇÃO
Organização. – A organização deste ministério requer a
adesão e o apoio de todo obreiro denominacional, de todo membro e de toda
instituição adventista do sétimo dia. O Departamento de Comunicação promove o
uso de um bem fundado programa de relações públicas e todas as técnicas
modernas e meios de comunicação, para a difusão do evangelho eterno. Ele requer
a eleição de um (a) director (a) de Comunicação em cada igreja local, e, onde
for necessário, uma Comissão de Comunicação.
Atribuições do (a) Director (a) de Comunicação. – O
(a) director (a) de Comunicação da igreja tem a responsabilidade de reunir e
difundir notícias. Ao surgirem oportunidades, apresentará pessoas de interesse
em programas de entrevistas no rádio e na televisão, e tomará providências para
prestar informações sobre tais pessoas. Fará todo o esforço possível para
manter um relacionamento de amizade e cooperação com os editores e outras
pessoas ligadas aos meios de comunicação. (Ver Notas, #16, pág. 138.)
O (a) director (a) de Comunicação colaborará com o (a)
director (a) de Comunicação da Associação/Missão na execução dos planos do
Campo local e apresentando os relatórios solicitados. Também apresentará relatórios
periódicos nas reuniões administrativas da igreja.
Qualificações. – O (a) director (a) de Comunicação
deve ser cuidadosamente escolhido (a) levando-se em conta estes factores: 1)
habilidade para representar devidamente a igreja, 2) juízo equilibrado, 3)
capacidade de organização, 4) habilidade para escrever as notícias em forma atractiva,
persuasiva e gramaticalmente correcta, 5) boa vontade para cumprir
responsabilidades e 6) habilidade para relacionar-se com as pessoas. (M.I. Pág.
122).
AVENTUREIROS
O Clube dos Aventureiros provê um programa
especializado e próprio para o rápido desenvolvimento das crianças da igreja
local, bem no começo da idade escolar. Destina-se a fortalecer a participação
dos pais no desenvolvimento da meninice de seus filhos. Suas reuniões e outras actividades
devem ser efectuadas de acordo com as normas do Campo local, delineadas nos
manuais do clube, e em coordenação com outras organizações relacionadas com os
jovens e a família na igreja local. M.I. Pág. 86).
O Clube dos Aventureiros é um programa centralizado
nos pais e na igreja, o qual provê aos pais um instrumento utilizável em
relação a seus filhos de 6 a 9 anos de idade, e destina-se a estimular a
florescente curiosidade das crianças pelo mundo à sua volta. Este programa
abrange actividades específicas a essa idade que envolvem tanto os pais como a
criança em actividades recreativas, habilidades simples, apreço pela criação efectuada
por Deus e outras actividades que são de interesse para essa idade. Tudo é realizado
com um enfoque espiritual que prepara o terreno para a participação na igreja,
como Desbravador. (Ver Notas, #13, pág. 137.)
O (a) director (a) do Clube dos Aventureiros e seus
assistentes imediatos são eleitos pela igreja, pelo período de um ou dois anos,
por ocasião das eleições gerais. (Ver pág. 49.) Os auxiliares adicionais são
escolhidos pela directoria administrativa do clube. O (a) director (a) é membro
da Comissão da Igreja e da Comissão dos Ministérios dos Jovens Adventistas da
igreja local. Os materiais necessários podem ser obtidos do (a) director (a)
dos Jovens da Associação/ Missão. (M.I. Pág. 115).
CLUBE DE DESBRAVADORES
O Clube dos Desbravadores provê um programa
especializado necessário para os juvenis, e nalguns aspectos tem substituído a
Sociedade dos Juvenis Adventistas na igreja local. Onde há os dois, deve haver
estreita coordenação e cooperação entre o Clube dos Desbravadores e a Sociedade
dos Juvenis Adventistas. Os Desbravadores se reunirão de acordo com as normas
departamentais da Associação/Missão. (M.I. Pág. 86).
O Clube dos Desbravadores é um programa centralizado
na igreja que propicia o espírito de aventura e exploração que se encontra em
cada menino e menina. Isto inclui mais actividades, elaboradas cuidadosamente,
ao ar livre, exploração natural, habilidades, passatempos ou vocações, do que é
possível na Sociedade dos Juvenis Adventistas. Nesse ambiente, o enfoque
espiritual é bem recebido, e o Clube dos Desbravadores já demonstrou
devidamente sua influência para ganhar almas. Em muitas igrejas locais, Clubes
de Desbravadores têm substituído a tradicional Sociedade dos Juvenis
Adventistas, e, onde há uma escola da igreja, o Clube dos Desbravadores deve
ampliar as actividades da Sociedade dos Juvenis Adventistas. Actividades abrangidas
pelo Clube dos Desbrava dores são camporis (acampamentos), feiras, estudo de
habilidades, exploração da natureza, estudo da Bíblia, projectos de testemunho,
excursões pelo campo, corridas de bicicleta e muitas outras aventuras
interessantes. Juvenis de 10 a 15 anos de idade podem tornar-se membros do
Clube dos Desbravadores mediante uma cerimonia especial de admissão. O emblema
triangular tem sido adoptado internacionalmente, embora às vezes haja uma
modificação no nome “Desbravadores”, devido a problemas de tradução e
equivalência local. Os membros usam o uniforme dos Desbravadores, com suas
insígnias, em todas as funções do clube, inclusive a reunião semanal, as feiras
e os acampamentos dos Desbravadores, e a ida à igreja, sábado de manhã, no Dia
dos Desbravadores. Em algumas igrejas, os grupos etários são divididos no Clube
dos Desbravadores Juvenis e no Clube dos Desbravadores
Adolescentes; e quando os desbravadores mais velhos
atingem os quinze anos de idade, podem tornar-se membros da equipe de auxiliares,
mediante um programa de preparo para liderança.
O (a) director (a) dos Desbravadores e o(s) vice- director
(es) são eleitos pela igreja, por ocasião das eleições gerais, para períodos de
um ou dois anos. (Ver pág. 49.) Se forem eleitos dois vice – directores, um
deles deve ser do sexo oposto. Um dos vice-directores também pode desempenhar a
função de secretario – tesoureiro do clube. O (a) director (a) é membro da
Comissão da Igreja e também da Comissão dos Ministérios dos Jovens Adventistas.
Outros componentes da directoria dos Desbravadores são os instrutores de
habilidades e aulas da natureza, e os conselheiros, que são responsáveis por
uma unidade de seis a oito Desbravadores. Muitos materiais úteis podem ser
obtidos do (a) director (a) dos Jovens do Campo local. (M.I. Pág. 114-115).
LIBERDADE RELIGIOSA
O (a) Director (a) de Liberdade Religiosa da Igreja
Local. – O (a) director (a) de Liberdade Religiosa da igreja local deve ser
eleito (a) como os outros oficiais e actuar em íntima cooperação com o pastor
ou líder do distrito em todos os aspectos da liberdade religiosa, cooperando
também com o Departamento de Liberdade Religiosa da Associação/Missão ou da
União. Essa pessoa deve exercer positiva influência espiritual, sendo apta para
entrar em contacto com o público em geral, interessada em relações públicas,
hábil em manter correspondência e preocupada com a preservação da liberdade do
povo de Deus para fazer o serviço do Mestre. (Ver Notas, #26, pág. 142.) (M.I.
Pág. 130).
MINISTÉRIO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
O Departamento dos Ministérios da Criança existe para
desenvolver a fé das crianças desde a infância até catorze anos, guiando-as
para uma vida de comunhão com a igreja. Tem como objetivo prover múltiplos
ministérios que as conduzam a Jesus e as habilitem em sua caminhada diária com
Ele, cooperando com o Departamento da Escola Sabatina e outros departamentos em
prover educação religiosa às crianças.
O (a) Coordenador (a) dos Ministérios da Criança. – O
(a) coordenador (a) dos Ministérios da Criança é eleito (a) pela igreja para
fomentar ministérios específicos que alimentem a fé das criança s, visando a
desenvolver um amorável e participativo relacionamento com Jesus. O (a)
coordenador (a) deverá se r u ma pessoa de excelência moral e ética, que demonstre
amor e dedicação a Deus e à igreja, e que tenha capacidade de liderança, bem
como experiência e paixão para lidar com criança s. (Ver Notas, #25, pág.
141.).
O (a) Coordenador (a) dos Ministérios da Criança. (Ver
pág. 128.) – As responsabilidades do coordenador dos Ministérios da Criança
são:
a. Presidir a Comissão dos Ministérios da Criança.
b. Implementar o currículo da Escola Sabatina e prover
treinamento para líderes e professores no uso desse currículo.
c. Planejar e implementar um calendário anual de
programas que conduzam as crianças a Cristo e lhes dêem oportunidade de
participar em todas as actividades da igreja.
d. Estabelecer um orçamento para financiar todos os
programas a actividades em favor das crianças.
e. Actuar como defensor dos interesses e necessidades
das crianças junto:
1) À Comissão da Igreja – mantendo seus membros
informados sobre as preocupações e as realizações; relatando os resultados
pertinentes às necessidades de acesso de crianças, e incentivando a criação de
fundos para manter suas actividades.
2) Ao pastor – trabalhando unidos para tornar
significativas, para as crianças, as várias actividades da igreja.
3) Aos dirigentes das actividades das crianças –
apoiando-os e encorajando-os.
f. Tomar iniciativas relevantes para manter uma eleva
da qualidade moral e ética de lide rança em favor das crianças, forjando
líderes e professores voluntários.
g. Manter contacto com os pais, bem como com os
líderes das actividades para crianças.
h. Procurar oportunidades para despender tempo com as
crianças, a fim estar em contacto com as necessidades e a maneira de pensar
delas.
MINISTÉRIO DA FAMÍLIA
O abrangente objetivo dos Ministérios da Família é
fortalecer a família como centro de discipulado. A família foi estabelecida por
cri acção divina como a instituição humana fundamental. É o principal ambiente
em que são aprendidos valores e desenvolvida a capacidade para íntimos
relacionamentos com Deus e com outros seres humanos. (Pág. 124).
O(s) Director (es) dos Ministérios da Família. – Uma
pessoa ou um casal poderá (ão) ser eleita (os) para actuar como director (es)
dos Ministérios da Família. Essa(s) pessoa(s) deve(m) ter uma atitude positiva
para com Deus, para consigo mesma(s), para com os outros e para com a igreja.
O(s) director (es) deve(m) formar fortes e crescentes relacionamentos
familiares e manifestar sincero interesse em promover o bem-estar de todas as
famílias. Para ser eficiente(s), é necessário que o(s) director (es) dos
Ministérios da Família compreenda(m) o plano de redenção, da parte de Deus,
para lidar com as rupturas nos relacionamentos causadas pelo pecado. Também é
importante que
o(s) director (es) seja(m) capaz (es) de manter a
confidência e saiba(m) quando e como encorajar as pessoas em situações críticas
a buscar aconselhamento profissional. (Ver Notas, #22, pág. 140.) (Pág. 125)
O(s) Director (es) dos Ministérios da Família. (Ver
pág. 125.) – Os deveres
do(s) director (es) dos Ministérios da Família são os
seguintes:
a. Presidir a Comissão dos Ministérios da Família.
b. Representar as necessidades e os interesses das
famílias como membro(s) da Comissão da Igreja e ajustar os planos dos
Ministérios da Família ao programa geral da igreja.
c. Informar o pastor e a Comissão da Igreja sobre os
interesses e as realizações dos Ministérios da Família, e incentivar o apoio e
a provisão de fundos para esse ministério.
d. Identificar os recursos da igreja e da comunidade
que promovem o crescimento relacional e provêem ajuda para enfrentar situações
críticas, e intensificar a percepção desses recursos entre a liderança da
igreja e as famílias. (Pág. 140).
MORDOMIA CRISTÃ
O (a) Director (a) de Mordomia. – O (a) director (a)
de Mordomia, eleito (a) pela igreja, é escolhido (a) por sua capacidade para
promover os conceitos e objectivos delineados pelo Departamento de Mordomia, e
deve possuir as seguintes qualificações:
1) ser um líder espiritual;
2) ser uma pessoa que pratique os princípios da
mordomia cristã;
3) compreender o programa espiritual e financeiro da
igreja;
4) estar disposto (a) a dedicar o tempo que for
necessário para planejar, organizar e dirigir, em sua esfera de acção, a
responsabilidade que lhe compete, colaborando com o (a) director (a) de
Mordomia da Associação/ Missão, com o pastor e com a Comissão da Igreja. O (a) director
(a) de Mordomia serve de elo entre o Departamento
de Mordomia do Campo local e a congregação. (Ver
Notas, #20, pág. 139.) (P.124).
O (a) Director (a) de Mordomia. (Ver pág. 124.) – O
(a) director (a) promoverá o programa educacional geral do Departamento de
Mordomia na forma apresentada, com as ampliações periódicas, para satisfazer às
necessidades existentes. Essa responsabilidade abrange ajudar o pastor a
promover o Dia Mundial da Mordomia, dirigir classes de mordomia, a fim de
educar as pessoas no tocante aos dízimos e às ofertas, e ensinar os conceitos
básicos da mordomia durante as reuniões de sábado ou em outras ocasiões.
As responsabilidades organizacionais do (a) director
(a) incluirão o seguinte:
1) ser membro da Comissão da Igreja, envolvido (a) e
versado (a) no programa espiritual e financeiro da igreja;
2) ser membro da Comissão de Mordomia e Finanças; e
3) ser um ajudante activo do pastor no Programa Anual
de Orientação Sobre Mordomia e no reforço posterior, durante o ano, segundo as
instruções dadas no Manual de Mordomia. (Pág. 139).
MINISTÉRIO DA MULHER
O Departamento dos Ministérios da Mulher existe para
enaltece r, encorajar e incentivar as mulheres adventistas do sétimo dia em sua
caminha da diária como discípulas de Jesus Cristo e como membros de Sua Igreja
mundial. A
missão dos Ministérios da Mulher, no sentido mais
amplo, é comum a todos os cristãos: exaltar a Cristo na igreja e no mundo.
A Directora dos Ministérios da Mulher. – A directora
dos Ministérios da Mulher é eleita pela igreja a fim de desenvolver ministérios
específicos para educar mulheres e prepará-las para o serviço a Deus e à
igreja. Ela actua como presidente da Comissão dos Ministérios da Mulher, e
incentiva ideias e planos que aumentem ao máximo as contribuições das mulheres
para a missão da Igreja. Como presidente, ela é responsável pela elaboração da
agenda, por servir de moderadora nas discussões e por desenvolver a coesão do
grupo, mediante participação pessoal, oração e companheirismo. Ela também actua
como membro da Comissão da igreja, integrando actividades e programas para
mulheres no programa mais amplo da Igreja. Sua responsabilidade é manter a
igreja informada quanto à contribuição dos Ministérios das Mulheres para a vida
da igreja. O meio de ligação da directora para treinamento e recursos materiais
é a Directora dos Ministérios da Mulher da Associação/Missão.
Qualificações da Directora dos Ministérios da Mulher.
– A directora dos Ministérios da Mulher deve ser uma mulher com natureza
sensível e solícita, que se preocupe pelo ministério e os interesses das
mulheres, mantenha o equilíbrio em suas perspectivas, de modo a representar um
amplo espectro de mulheres, e tenha habilidade para encorajar outras mulheres a
cultivarem seus dons espirituais. Deve ser apta para actuar devidamente com as
mulheres na igreja, com o pastor e com a Comissão da Igreja. (Pág. 125-126).
MINISTÉRIO DA SAÚDE
A Igreja aceita sua responsabilidade de revelar Cristo
ao mundo e crê que isso inclui a obrigação moral de preservar a dignidade
humana, alcançando óptimos níveis de saúde física, mental e espiritual. Além de
ministrar aos enfermos, essa responsabilidade abrange a prevenção das
enfermidades mediante eficiente educação sanitária e direcção adequada para
promover a boa saúde, livre do fumo, álcool e outras drogas, e de alimentos
imundos. Onde for possível, os membros serão incentivados a adoptar um regime
alimentar essencialmente vegetariano.
O (a) Director (a) dos Ministérios de Saúde. – Para
planejar e promover um programa eficaz na igreja é necessário que seja
escolhido (a) um (a) director (a) dos Ministérios de Saúde. Deve ser uma pessoa
que tenha orienta cão a esse respeito e interesse em promover as normas da
igreja acerca de uma vida saudável entre os membros e a comunidade, mediante
programas de saúde dirigidos pela igreja. Deve ser capaz de planejar programas
e preparar informações representativas dos ideais e da filosofia da Igreja
Adventista do Sétimo Dia, e integrá-los num eficaz testemunho espiritual e
físico. (Ver Nota s, #18, pág. 138.).
O (a) Director (a) dos Ministérios de Saúde. (Ver pág.
122.) – Os deveres do (a) director (a) dos Ministérios de Saúde abrangem as
seguintes actividades:
a. Delinear, planejar e orçar, de comum acordo com o
pastor e o Conselho dos Ministérios de Saúde e com a Comissão da Igreja,
programas para o ano, os quais realcem a importância da saúde e temperança
integrais, tanto para a igreja como para a comunidade.
b. Promover um testemunho positivo na comunidade com
respeito aos efeitos destrutivos do fumo, álcool e outras substâncias e drogas
prejudiciais à saúde.
c. Cultivar bom relacionamento com organizações de
saúde e temperança na comunidade.
d. Incentivar o estudo dos princípios bíblicos e dos
conselhos do Espírito de Profecia sobre saúde e temperança.
e. Estimular a prática dos princípios do viver
saudável entre os membros da igreja.
f. Tomar providências para incentivar a realização de
programas de educação de saúde e temperança para a igreja e a comunidade em que
se encontra em estreita colaboração com o (a) director (a) dos Ministérios de
Saúde da Associação/ Missão.
g. Servir como secretário (a) do Conselho dos
Ministérios de Saúde da igreja, excepto quando for solicitado (a) a actuar como
presidente.
MINISTÉRIO DE PUBLICAÇÕES
O Departamento dos Ministérios de Publicações é
organizado para coordenar e promover o evangelismo com literatura na igreja
local, sob a supervisão da Comissão dos Ministérios de Publicações e da
organização de publicações correspondente para o território. Ele ajuda os
departamentos da igreja local na promoção, venda e distribuição de revistas e
outras literaturas missionárias. O departamento trabalha juntamente com o
pastor e os departamentos da igreja no planejamento de meios adequados para
envolver os membros no cumprimento de seus objectivos.
Director dos Ministérios de Publicações – O director
dos Ministérios de Publicações é eleito pela Comissão da Igreja para prover
lide rança para as actividades da igreja por meio de literatura evangelística.
(Ver Notas,
#28, pág. 143.) (Pág. 130-131).
Director dos Ministérios de Publicações. (Ver pág.
131.) As responsabilidades do coordenador dos Ministérios de Publicações
incluem:
a. Actuar como presidente da Comissão dos Ministérios
de Publicações e responsabilizar-se por implementar as decisões por ela
tomadas.
b. Descobrir membros da igreja para actuarem como
colportores.
c. Encomendar literaturas, de acordo com a
necessidade, por meio do secretário dos Ministérios Pessoais.
d. Encaminhar relatórios à Associação/Missão/Campo
sobre as actividades do Ministério de Publicações e Evangelismo com Literatura
da igreja.
e. Actuar como membro da Comissão da Igreja local.
MINISTÉRIO DO IDOSO
MINISTÉRIO JOVEM
A Sociedade dos Jovens Adventistas é a organização de actividade
e companheirismo
para os jovens na igreja local. Sob a liderança de um
(a) director (a) eleito (a), os jovens devem actuar juntos no desenvolvimento
de vigoroso ministério jovem, o qual abranja o desenvolvimento espiritual,
mental e físico de cada indivíduo, a interacção social cristã, e um animado
programa de testemunho que apoie os planos gerais de conquista de almas pela
igreja local. O alvo da Sociedade dos Jovens Adventistas deve ser envolver
todos os jovens em actividades significativas que os vinculem mais
estreitamente com a igreja e os preparem para o serviço útil.
O (a) director (a) dos jovens deve ser um exemplo das
virtudes de um (a) cristão (ã) genuíno (a), com solicitude pela conquista de
almas e entusiasmo contagioso. Ao ajudar a motivar os jovens a trabalharem
juntos e a assumirem responsabilidades, o (a) director (a) muitas vezes ficará
em segundo plano, orientando, aconselhando e animando os jovens, ajudando-os a
obterem experiência e a alegria da consecução. Será necessário estudar o perfil
dos jovens
da igreja e procurar envolver todo jovem na sociedade.
O (a) director (a) dos jovens manter-se-á em íntimo contacto com o pastor, com
o (a) conselheiro (a) e com o (a) director (a) dos Jovens da Associação/Missão,
aproveitando todas as oportunidades para adestramento no serviço e conduzindo a
sociedade a uma relação de cooperação com a igreja e com o Campo local.
MINISTÉRIOS PESSOAIS
O Departamento dos Ministérios Pessoais provê recursos
e prepara os membros da igreja para unirem seus esforços com o ministério e os
oficiais da Igreja na proclamação final do evangelho da salvação em Cristo. O
objetivo do departamento é incluir todos os membros em diligente serviço de
conquista de almas para Deus.
O (a) Director (a) dos Ministérios Pessoais. – O (a) director
(a) dos Ministérios Pessoais é eleito (a) pela igreja para tomar a dianteira em
preparar e dirigir a igreja na acção missionária activa e é o (a) presidente da
Comissão dos Ministérios
Pessoais. O (a) director (a) dos Ministérios Pessoais
pode precisar de assistentes para co ordenar a Escol a Bíblica por
Correspondência, Evangelismo Bíblico, distribuição de literatura, Recolta,
ministérios de pequenos grupos, treinamento de membros e outros meios de
fortalecer a conquista de almas. É seu dever apresentar à igreja, no sábado
mensal dedicado aos Ministérios Pessoais e nas reuniões administrativas da
igreja, um relatório do total das actividades missionárias da igreja.
1. A Comissão dos Ministérios Pessoais. (Ver pág. 99.)
– Esta comissão tem
os seguintes deveres:
a. Fazer os arranjos para as reuniões missionárias da
igreja, estudar seu campo de actividade missionária e incluir todos os membros
da igreja em ramos de actividade bem definidos.
b. Dirigir o envolvimento dos membros nas seguintes actividades
missionárias patrocinadas pelo Departamento dos Ministérios Pessoais:
1) Distribuição de literatura e circulação de
periódicos missionários, inclusive assinaturas de revistas.
2) Inscrições em cursos bíblicos.
3) Serviços em favor da comunidade (assistência social
e/ou actividades da Sociedade de Dorcas).
4) Eventos de acesso, como cursos para de i x ar de
fumar, cursos de arte culinária, seminários para controle do estresse, etc.
5) Actividades missionárias como estudos bíblicos e contactos
de reforço,
COORDENADOR DE INTERESSADOS
É importante que o grande número de interessados
desenvolvidos por meio do avanço missionário da igreja sejam atendidos
prontamente. Por ocasião da eleição dos oficiais da igreja, deve ser eleito (a)
um (a) coordenador (a) de interessados, que poderá ser um ancião, com essa
finalidade. (Ver pág. 49.) Esta pessoa é membro da Comissão da Igreja e da
Comissão dos Ministérios Pessoais, e trabalha directamente com o pastor e com o
presidente dessa última
comissão. Os deveres abrangidos por esse cargo incluem:
1. Manter uma lista organizada de todos os
interessados obtidos pela igreja de todas as fontes, tais como: Serviços em
Favor da Comunidade, Recolta, Evangelismo Público, Estudos Bíblicos, Pregação
Pelos Membros e Contactos de Testemunho Para Cristo, Revistas Missionárias,
Evangelismo da Escola Sabatina, Evangelismo de Literatura, Evangelismo de
Temperança e Saúde, Rádio-TV e Literatura Missionária da Igreja.
2. Ajudar o pastor e o presidente da Comissão dos
Ministérios Pessoais na inscrição e no recrutamento de membros habilitados para
a tarefa de reforço.
3. Prestar à Comissão da Igreja um relatório mensal do
número de interessados obtidos e do número atendido. Quando um interessado se
acha suficientemente desenvolvido, deve ser partilhado com o pastor.